ELY
MACHADO
PLANTE
ESSA IDEIA

CORAGEM PARA FAZER O CERTO.
EXPERIÊNCIA PARA TRANSFORMAR.

ELY MACHADO

CANDIDATO A
DEPUTADO FEDERAL

4588
Ely Machado — candidato a Deputado Federal — 4588

Gestão eficiente

Experiência comprovada na administração pública e no setor produtivo.

Cidades inteligentes

Planejamento, tecnologia e inovação para melhorar a vida das pessoas.

Desenvolvimento

Fortalecimento da economia com geração de empregos e oportunidades.

Segurança e justiça

Combate à criminalidade e defesa de políticas firmes e eficazes.

Diálogo e transparência

Política feita com ética, respeito e compromisso com o cidadão.

QUEM É ELY MACHADO

Trajetória construída pelo estudo, pelo trabalho e pela gestão

Ely Manoel Machado é geógrafo, gestor público, escritor e empreendedor. Nascido em Juiz de Fora e criado no bairro Benfica, iniciou sua formação ainda jovem, quando estudou Técnicas Agrícolas em Rio Pomba.

É formado em Geografia e possui MBA — Master of Business Administration em Gestão Pública, com ênfase em Cidades Inteligentes. Também possui pós-graduações em Gestão Ambiental, Políticas Públicas e Educação.

Na iniciativa privada, construiu carreira em empresa multinacional, onde começou como assistente e chegou aos cargos de gerente e diretor de expansão. Também trabalhou como diagramador em jornal, técnico de planejamento e professor da rede pública de ensino.

Na vida pública, atuou como assessor parlamentar, Chefe de Gabinete do Vice-Prefeito e Subsecretário de Governo, acumulando experiência em articulação institucional, planejamento, gestão de equipes e acompanhamento de políticas públicas.

Atualmente trabalha como Coordenador de Estratégia de um frigorífico com mais de dez pontos de venda, atuando no planejamento estratégico, implantação de sistemas de gestão, acompanhamento de indicadores, organização de estoques e expansão.

Casado e pai, Ely acredita que a família, o trabalho, a educação e a responsabilidade individual são bases essenciais para uma sociedade mais próspera.

IDEIAS QUE TRANSFORMAM

Prioridades para um Brasil que funciona

1. Geração de empregos

Atração de empresas, estímulo ao empreendedorismo, qualificação profissional e redução das barreiras para produzir.

2. Inovação e tecnologia

Fortalecimento do Parque Tecnológico, integração com universidades e uso da inovação para desenvolver as cidades.

3. Menos burocracia

Serviços públicos mais simples, transparentes e digitais, com responsabilidade no uso do dinheiro público.

4. Cidades inteligentes

Planejamento urbano, mobilidade, sustentabilidade, prevenção de enchentes e decisões baseadas em dados.

5. Eleição única a cada seis anos

Realização conjunta das eleições municipais, estaduais e nacionais a cada seis anos, com mandatos de igual duração. Ao contrário do modelo atual, em que há eleições de dois em dois anos e mandatos de quatro anos, a proposta busca reduzir custos, diminuir a campanha permanente e ampliar o tempo dedicado à gestão e à entrega de resultados.

6. Parlamentarismo

Defendo o parlamentarismo por ser um sistema mais coletivo, participativo e baseado na construção de maiorias. O modelo reduz a concentração de poder em uma única pessoa, fortalece os partidos e o Parlamento, facilita a substituição de governos que perdem apoio e qualifica o voto do cidadão ao aproximar a escolha dos representantes da formação do governo.

7. Redução sistêmica do número de cidades

Reorganização territorial para integrar municípios pequenos e limítrofes, preservando suas identidades como distritos e formando administrações regionais mais fortes. A proposta busca reduzir estruturas políticas duplicadas e direcionar mais recursos para saúde, educação, infraestrutura e desenvolvimento econômico.

8. Voto distrital

Divisão do território em distritos eleitorais, permitindo que cada região escolha diretamente seu representante. O objetivo é aproximar o eleitor do parlamentar, facilitar a fiscalização do mandato, reduzir campanhas excessivamente caras e garantir que todas as regiões tenham voz efetiva no Legislativo.

PROPOSTA DE REORGANIZAÇÃO TERRITORIAL

Minas 100

A coragem de reorganizar os municípios para fortalecer o Brasil.

Uma proposta para integrar municípios limítrofes, preservar as identidades locais e transformar estruturas administrativas fragmentadas em regiões mais fortes, eficientes e preparadas para gerar desenvolvimento.

1. Uma nova visão para Minas Gerais

Minas Gerais possui uma enorme riqueza cultural, econômica e territorial. Entretanto, a divisão do estado em centenas de pequenas administrações obriga comunidades pouco populosas a manter prefeituras, câmaras, secretarias, procuradorias, controladorias e estruturas completas, mesmo com baixa arrecadação e reduzida capacidade técnica.

O Projeto Minas 100 propõe estudar a união de municípios com menos de 50 mil habitantes que sejam vizinhos e possuam relações econômicas, sociais e geográficas. O propósito não é apagar cidades, mas formar governos regionais capazes de planejar, investir e oferecer serviços melhores.

Menos estruturas políticas. Mais recursos para saúde, educação, infraestrutura, emprego e desenvolvimento.

2. Princípio central

Os municípios menores seriam agrupados com cidades limítrofes, formando unidades regionais mais robustas. Municípios maiores poderiam permanecer autônomos, incorporar cidades de sua área de influência ou participar de uma nova unidade quando houver forte continuidade urbana e econômica.

3. Identidades preservadas

As antigas cidades continuariam existindo como distritos administrativos, mantendo nomes, tradições, festas, símbolos, igrejas, patrimônio histórico e atendimento local. A mudança seria administrativa, e não cultural.

4. Critérios técnicos para a união

População

Prioridade para municípios com menos de 50 mil habitantes, buscando novas unidades com população preferencial entre 100 mil e 300 mil.

Continuidade territorial

Somente municípios que compartilhem limites poderiam ser unidos, evitando territórios descontínuos.

Distância e acesso

Tempo de viagem, rodovias, transporte coletivo, relevo e acesso da população rural seriam considerados.

Centralidade regional

Hospitais, comércio, emprego, escolas, universidades, bancos, rodovias e serviços públicos ajudariam a definir a sede.

Integração econômica

Agropecuária, indústria, turismo, mineração, logística, comércio e serviços seriam avaliados de forma complementar.

Identidade histórica

Vínculos culturais e históricos seriam respeitados na composição dos novos territórios.

5. Administração regional

  • Um prefeito e um vice-prefeito por município regional;
  • Uma Câmara Municipal;
  • Procuradoria, controladoria e planejamento integrados;
  • Secretarias regionais profissionalizadas;
  • Administrações distritais próximas da população.

6. Representação dos distritos

A legislação deveria garantir representação territorial, conselhos distritais, orçamento regionalizado e presença mínima das antigas cidades na Câmara. Assim, as comunidades menores manteriam voz nas decisões do novo município.

7. Projeto-piloto: região de Santos Dumont

Santos Dumont, Ewbank da Câmara, Paiva, Oliveira Fortes, Aracitaba e outros municípios territorialmente próximos poderiam ser avaliados para formar uma unidade regional mais forte. A composição definitiva dependeria de análise dos limites, das estradas, das relações econômicas e dos deslocamentos cotidianos.

Uma região integrada poderia desenvolver conjuntamente o eixo da BR-040, a indústria, a logística, a agropecuária, o turismo histórico ligado à aviação, o patrimônio ferroviário, o turismo rural, a rede de saúde e a formação profissional.

8. Onde investir a economia

  • Hospitais e unidades de saúde;
  • Educação infantil e escolas técnicas;
  • Pavimentação e estradas rurais;
  • Saneamento e conectividade digital;
  • Distritos industriais e atração de empresas;
  • Turismo, segurança e geração de emprego.

9. Salvaguardas

  • Consulta popular e plebiscito;
  • Proteção aos servidores efetivos;
  • Transparência sobre dívidas e patrimônio;
  • Manutenção dos serviços nos distritos;
  • Orçamento mínimo territorial;
  • Proibição de aumento automático de impostos.

10. Distribuição preliminar das 100 unidades

Esta divisão é apenas indicativa. O desenho definitivo dependeria do cruzamento de população, limites municipais, infraestrutura, economia, rede urbana e regiões de influência.

Grande região de planejamentoUnidades indicativas
Região Metropolitana e entorno12
Zona da Mata12
Sul e Sudoeste15
Triângulo e Alto Paranaíba11
Norte de Minas10
Jequitinhonha e Mucuri9
Vale do Rio Doce8
Centro-Oeste7
Região Central7
Campo das Vertentes5
Noroeste4
Total indicativo100

11. Transição em cinco etapas

  1. Levantamento técnico e mapas;
  2. Audiências e consulta regional;
  3. Estudos de viabilidade e plebiscitos;
  4. Integração administrativa gradual;
  5. Primeira eleição do município regional.

12. Mudanças legais

Uma reforma dessa dimensão exigiria legislação nacional, estudos de viabilidade, leis estaduais e consulta às populações envolvidas. O projeto deve nascer como uma política pública democrática, técnica e transparente.

13. Resultado esperado

A passagem de 853 administrações para aproximadamente 100 municípios regionais poderia reduzir centenas de estruturas políticas duplicadas e ampliar a capacidade de planejamento, compras públicas, captação de recursos, gestão hospitalar, transporte, educação e atração de investimentos.

Não se trata apenas de economizar. Trata-se de reunir população, território, arrecadação e conhecimento técnico para construir regiões economicamente mais potentes.

As cidades permanecem. O que muda é a capacidade de trabalhar juntas para servir melhor à população.

Ely Manoel Machado
Geógrafo • MBA em Gestão Pública com ênfase em Cidades Inteligentes

PROPOSTA DE CIÊNCIA, INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO

Embrapa Internacional

Transformar conhecimento brasileiro em um grande ativo mundial.

Uma proposta para criar uma empresa de economia mista, vinculada à capacidade científica da Embrapa, preparada para receber investimentos nacionais e internacionais, expandir tecnologias brasileiras e fortalecer a soberania do país sobre a pesquisa agropecuária.

1. Uma nova fronteira para o Brasil

A Embrapa está entre os maiores patrimônios científicos do país. Suas pesquisas ajudaram a transformar solos tropicais, elevar a produtividade, desenvolver cultivares e consolidar o Brasil como uma potência na produção de alimentos.

O Projeto Embrapa Internacional propõe ampliar esse patrimônio. A ideia é criar uma empresa de economia mista capaz de atrair investimentos públicos, privados e internacionais, transformar conhecimento em novos negócios e posicionar o Brasil como exportador de tecnologia agropecuária.

O Brasil não deve exportar apenas alimentos. Deve exportar inteligência, inovação, genética, conhecimento e tecnologia.

2. A Embrapa pública seria preservada

A proposta não significa privatizar a Embrapa. A instituição pública permaneceria responsável pela pesquisa estratégica, pela ciência de interesse nacional e pelo atendimento ao produtor brasileiro.

3. Uma nova empresa para competir no mundo

A Embrapa Internacional atuaria como braço empresarial de inovação, licenciamento, parcerias, investimentos e expansão global, com regras próprias de governança e proteção ao patrimônio científico nacional.

4. Objetivos estratégicos

Atrair investimentos

Captar recursos privados, fundos internacionais e capital institucional para acelerar pesquisas e projetos tecnológicos.

Internacionalizar tecnologias

Levar cultivares, sistemas produtivos, genética, soluções digitais e conhecimento brasileiro a diferentes mercados.

Gerar novas receitas

Ampliar licenciamento de patentes, royalties, prestação de serviços tecnológicos e participação em empresas inovadoras.

Fortalecer startups

Criar fundos, incubadoras e programas para empresas de biotecnologia, agricultura digital e produção sustentável.

Instalar centros globais

Formar centros de pesquisa em parceria com países interessados em agricultura tropical e segurança alimentar.

Gerar empregos qualificados

Expandir oportunidades para pesquisadores, engenheiros, técnicos, cientistas de dados e profissionais da inovação.

5. Estrutura de capital

  • Participação controladora do Estado brasileiro;
  • Investidores privados nacionais;
  • Fundos internacionais de desenvolvimento;
  • Organismos multilaterais;
  • Empresas parceiras e investidores institucionais.

6. Fontes de financiamento

  • Aportes públicos destinados à expansão científica;
  • Emissão de títulos para projetos de inovação;
  • Fundos de sustentabilidade e segurança alimentar;
  • Licenciamento de tecnologias e patentes;
  • Parcerias com universidades e empresas.

7. Proteção da soberania nacional

A entrada de capital internacional não poderia significar a perda do controle sobre sementes, genética, bancos de germoplasma, dados, patentes ou tecnologias estratégicas. O Estado manteria poder de decisão sobre os ativos essenciais e poderia estabelecer ações especiais com direito de veto em matérias sensíveis.

A pesquisa desenvolvida com recursos públicos teria regras claras de remuneração, compartilhamento de resultados e retorno financeiro para a própria Embrapa e para novos projetos científicos.

8. Governança profissional

  • Conselho de administração independente;
  • Representação do governo e da comunidade científica;
  • Participação do setor produtivo;
  • Metas públicas de desempenho;
  • Auditoria, integridade e transparência.

9. Compromisso com o pequeno produtor

A expansão internacional não poderia afastar a instituição de sua missão social. Parte das receitas seria reinvestida em assistência técnica, agricultura familiar, adaptação climática e tecnologias acessíveis aos pequenos produtores.

10. Áreas prioritárias de atuação

Agricultura tropical

Soluções para solos, clima, manejo e produção em regiões tropicais.

Biotecnologia

Melhoramento genético, bioinsumos, controle biológico e novas variedades.

Agricultura digital

Inteligência artificial, sensores, satélites, automação e análise de dados.

Produção sustentável

Redução de emissões, recuperação de solos, integração produtiva e uso eficiente da água.

Segurança alimentar

Tecnologias para ampliar a produção de alimentos em países vulneráveis.

Adaptação climática

Cultivares resistentes e sistemas produtivos preparados para eventos extremos.

11. Retorno para a sociedade

Os lucros e royalties poderiam financiar novas pesquisas, laboratórios, bolsas, formação científica, assistência técnica e inovação regional, reduzindo a dependência exclusiva do orçamento público.

12. Implantação gradual

  1. Estudo jurídico e econômico;
  2. Definição dos ativos e tecnologias transferíveis;
  3. Criação por lei e estruturação da governança;
  4. Captação inicial de investidores;
  5. Projetos-piloto e expansão internacional.

13. Resultado esperado

A Embrapa Internacional poderia transformar a capacidade científica brasileira em um dos maiores ativos tecnológicos do mundo, atraindo capital, multiplicando investimentos em pesquisa e ampliando a influência do Brasil na produção global de alimentos.

Assim como o país desenvolveu competências reconhecidas em energia, aviação e agricultura tropical, pode construir uma companhia mundial de tecnologia agropecuária sem abrir mão da soberania e da missão pública.

Ciência protegida pelo Brasil, financiada em escala global e transformada em desenvolvimento para a sociedade.

Ely Manoel Machado
Geógrafo • MBA em Gestão Pública com ênfase em Cidades Inteligentes

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